Violência no trânsito
O carnaval é possivelmente a época do ano em que é registrado o maior número de violências no trânsito.
Uma avaliação feita pelo Instituto de Pesquisas Aplicadas (IPEA), revelou que, somente com acidentes ocorridos durante esse período de folgança ruidosa denominado de carnaval, são esperados prejuízos superiores a R$ 200 milhões. Esse custo pode representar uma participação superior a 1% de tudo aquilo que, anualmente, é contabilizado como externalidades decorrentes do transporte.
As intensivas campanhas de alerta, veiculadas na mídia regional e nacional, e os apelos das autoridades recomendando cautela nos deslocamentos rodoviários durante o período dos festejos carnavalescos, até que tiveram um resultado positivo, pois em nível de Brasil houve uma redução do número de vítimas e o total de acidentes teve um acréscimo leve se considerarmos o crescimento do tráfego ocorrido.
A polícia rodoviária federal divulgou que durante o carnaval, nos 61 mil quilômetros de rodovias federais, foi verificado um pequeno aumento de 1,57% no total dos acidentes, que atingiram 2.396 ocorrências; porém houve um bom decréscimo de 7,42% feridos, que ficaram reduzidos a 1.472, e uma significativa queda de 11,75% nas mortes, passando de 145 óbitos computados no carnaval de 2007 para os 128 ocorridos neste que passou.
Na contramão dessa tendência de redução nas rodovias federais, verificou-se que as rodovias gaúchas foram palco de violentos acidentes que ceifaram tragicamente muitas vidas nesse período de folia. Constatou-se um acréscimo significativo dos óbitos nas rodovias gaúchas.
Vale ainda especial registro quanto aos acidentes com motocicletas, que alcançaram grande destaque nos dias de folguedos carnavalescos, quando o número de acidentes com feridos e óbitos aumentou de forma assustadora superando os 30%. Por essa razão, entende-se que estes são eventos que estão a merecer, daqui para frente, uma atenção maior das autoridades e operadores de rodovias.
Porém, existem resultados que merecem ser destacados, pelo significado de maior eficácia em segurança viária. É o fato de que nas rodovias do programa de estadual de concessões do RS, foi possível observar que, paralelamente ao aumento do tráfego ocorrido, não houve aumento do número de fatalidades durante carnaval, em relação ao mesmo período no ano passado. Isso significa que o índice de mortalidade relativamente ao trânsito do carnaval foi reduzido nos trechos concedidos.
Outro fato importante a salientar são as totalizações de acidentes por estados anunciadas pela PRF para as regiões sul e sudeste De um modo geral, elas são maiores naqueles estados em que não existem rodovias concedidas.
Uma avaliação feita pelo Instituto de Pesquisas Aplicadas (IPEA), revelou que, somente com acidentes ocorridos durante esse período de folgança ruidosa denominado de carnaval, são esperados prejuízos superiores a R$ 200 milhões. Esse custo pode representar uma participação superior a 1% de tudo aquilo que, anualmente, é contabilizado como externalidades decorrentes do transporte.
As intensivas campanhas de alerta, veiculadas na mídia regional e nacional, e os apelos das autoridades recomendando cautela nos deslocamentos rodoviários durante o período dos festejos carnavalescos, até que tiveram um resultado positivo, pois em nível de Brasil houve uma redução do número de vítimas e o total de acidentes teve um acréscimo leve se considerarmos o crescimento do tráfego ocorrido.
A polícia rodoviária federal divulgou que durante o carnaval, nos 61 mil quilômetros de rodovias federais, foi verificado um pequeno aumento de 1,57% no total dos acidentes, que atingiram 2.396 ocorrências; porém houve um bom decréscimo de 7,42% feridos, que ficaram reduzidos a 1.472, e uma significativa queda de 11,75% nas mortes, passando de 145 óbitos computados no carnaval de 2007 para os 128 ocorridos neste que passou.
Na contramão dessa tendência de redução nas rodovias federais, verificou-se que as rodovias gaúchas foram palco de violentos acidentes que ceifaram tragicamente muitas vidas nesse período de folia. Constatou-se um acréscimo significativo dos óbitos nas rodovias gaúchas.
Vale ainda especial registro quanto aos acidentes com motocicletas, que alcançaram grande destaque nos dias de folguedos carnavalescos, quando o número de acidentes com feridos e óbitos aumentou de forma assustadora superando os 30%. Por essa razão, entende-se que estes são eventos que estão a merecer, daqui para frente, uma atenção maior das autoridades e operadores de rodovias.
Porém, existem resultados que merecem ser destacados, pelo significado de maior eficácia em segurança viária. É o fato de que nas rodovias do programa de estadual de concessões do RS, foi possível observar que, paralelamente ao aumento do tráfego ocorrido, não houve aumento do número de fatalidades durante carnaval, em relação ao mesmo período no ano passado. Isso significa que o índice de mortalidade relativamente ao trânsito do carnaval foi reduzido nos trechos concedidos.
Outro fato importante a salientar são as totalizações de acidentes por estados anunciadas pela PRF para as regiões sul e sudeste De um modo geral, elas são maiores naqueles estados em que não existem rodovias concedidas.
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