Flamegoooooooooo!!!!!!
segunda-feira, 19 de março de 2012
Periféricos de entrada, saída e entrada e saída
Periféricos de entrada, saída e entrada e saída
Publicado em por Júlio Moraes
Periféricos de entrada:
- Teclado: periférico que permite o usuário inserir dados através de diversas teclas, inclusive com combinações.
- Mouse: periférico que permite o usuário posicionar uma seta (apontador) através da interface gráfica dos aplicativos. O mouse possui 2 botões padrões, o esquerdo e o direito.
- Botão esquerdo tem a função de selecionar com um clique e executar com 2 cliques.
- Botão direito tem a função auxiliar e na maioria dos aplicativos aciona um menu contextual de atalhos e comandos.
- Há diversos tipos de modelos, como touchpad, trackball e óptico.
- Webcam: Periférico de entrada que captura imagens estáticas e em movimento. Utilizada para vídeo conferências.
- Scanner: Periférico de entrada, também conhecido como digitalizador de imagens. Captura imagens impressas (foto, livros, documentos) através da decodificação de reflexos gerados por impulsos luminosos.
Pode ser de mão ou de mesa. Usado em conjunto com um software de OCR (Optical Character Recognition) reconhecimento óptico de caracteres, pode transformar textos impressos em arquivos editáveis.•
- São todos os dispositivos de saída conectados externamente à placa-mãe do computador
- Monitor
- Impressora
- Caixas de som
- Monitor – Principal periférico de saída, exibe ao usuário as principais informações do sistema.
Os principais tipos são: LCD, CRT, Plasma, OLED
Operam comumente em freqüências entre 60HZ e 80HZ- Resolução de tela: A resolução é dada pelo número de linhas horizontais por linhas verticais. O encontro dessas linhas formam pontos chamados depixels, que são a menor unidade visual. As configurações mais comuns são 800×600, 1024×768, 1280×1024 – para o formato padrão 4:3 (proporção) e 1280×800 e 1440×900 para formato widescreen, 16:9 (proporção). O tamanho de uma tela é dado pelo diâmetro em polegadas, exemplo: 15″, 17″, 19″, 22″, etc.
- São dispositivos capazes de fornecer dados ao sistema e ao usuário no mesmo hardware. Principais exemplos:
- Monitor TouchScreen
- Joystick (controles de jogos) com funções de vibração e force feedback
- Modem
- Pendrive
- Modem – Hardware que pode ser instalado no interior do gabinete ou externamente (logo, torna-se um periférico). Seu nome vem de Modulador e Demodulador de sinais, ou seja, transforma tipos de sinais para o tráfego de dados. Um modem ADSL (de internet de alta velocidade) é capaz de demodular o sinal analógico do telefone e modular o sinal digital do computador, para troca de dados através do cabo do telefone. Principais exemplos:
- Fax-modem
- ADSL modem
- Cable modem
- WiFi modem
violência durante o carnaval
Violência durante o carnaval
Nem só de festa vivem os foliões de Salvador. No Carnaval, a folia também é marcada por violência. Segundo o governo da Bahia, nos cinco primeiros dias de festa, houve um aumento de 28% no número de ocorrências policiais. Os arrastões a ônibus surgem como uma das principais preocupações dos foliões.No circuito Barra_Ondina, uma mulher foi atingida por uma bala perdida durante a apresentação de Carlinhos Brown, próximo ao Farol da Barra. Na mesma ocorrência, João Mário, 24 anos, foi morto com dois tiros na cabeça.
No Campo Grande, um sargento da Polícia Militar foi morto a facadas em uma briga. após desfilar pelo bloco As Muquiranas, na noite de segunda-feira, informou a polícia.
violência no trânsito
Violência no trânsito
O carnaval é possivelmente a época do ano em que é registrado o maior número de violências no trânsito.
Uma avaliação feita pelo Instituto de Pesquisas Aplicadas (IPEA), revelou que, somente com acidentes ocorridos durante esse período de folgança ruidosa denominado de carnaval, são esperados prejuízos superiores a R$ 200 milhões. Esse custo pode representar uma participação superior a 1% de tudo aquilo que, anualmente, é contabilizado como externalidades decorrentes do transporte.
As intensivas campanhas de alerta, veiculadas na mídia regional e nacional, e os apelos das autoridades recomendando cautela nos deslocamentos rodoviários durante o período dos festejos carnavalescos, até que tiveram um resultado positivo, pois em nível de Brasil houve uma redução do número de vítimas e o total de acidentes teve um acréscimo leve se considerarmos o crescimento do tráfego ocorrido.
A polícia rodoviária federal divulgou que durante o carnaval, nos 61 mil quilômetros de rodovias federais, foi verificado um pequeno aumento de 1,57% no total dos acidentes, que atingiram 2.396 ocorrências; porém houve um bom decréscimo de 7,42% feridos, que ficaram reduzidos a 1.472, e uma significativa queda de 11,75% nas mortes, passando de 145 óbitos computados no carnaval de 2007 para os 128 ocorridos neste que passou.
Na contramão dessa tendência de redução nas rodovias federais, verificou-se que as rodovias gaúchas foram palco de violentos acidentes que ceifaram tragicamente muitas vidas nesse período de folia. Constatou-se um acréscimo significativo dos óbitos nas rodovias gaúchas.
Vale ainda especial registro quanto aos acidentes com motocicletas, que alcançaram grande destaque nos dias de folguedos carnavalescos, quando o número de acidentes com feridos e óbitos aumentou de forma assustadora superando os 30%. Por essa razão, entende-se que estes são eventos que estão a merecer, daqui para frente, uma atenção maior das autoridades e operadores de rodovias.
Porém, existem resultados que merecem ser destacados, pelo significado de maior eficácia em segurança viária. É o fato de que nas rodovias do programa de estadual de concessões do RS, foi possível observar que, paralelamente ao aumento do tráfego ocorrido, não houve aumento do número de fatalidades durante carnaval, em relação ao mesmo período no ano passado. Isso significa que o índice de mortalidade relativamente ao trânsito do carnaval foi reduzido nos trechos concedidos.
Outro fato importante a salientar são as totalizações de acidentes por estados anunciadas pela PRF para as regiões sul e sudeste De um modo geral, elas são maiores naqueles estados em que não existem rodovias concedidas.
Uma avaliação feita pelo Instituto de Pesquisas Aplicadas (IPEA), revelou que, somente com acidentes ocorridos durante esse período de folgança ruidosa denominado de carnaval, são esperados prejuízos superiores a R$ 200 milhões. Esse custo pode representar uma participação superior a 1% de tudo aquilo que, anualmente, é contabilizado como externalidades decorrentes do transporte.
As intensivas campanhas de alerta, veiculadas na mídia regional e nacional, e os apelos das autoridades recomendando cautela nos deslocamentos rodoviários durante o período dos festejos carnavalescos, até que tiveram um resultado positivo, pois em nível de Brasil houve uma redução do número de vítimas e o total de acidentes teve um acréscimo leve se considerarmos o crescimento do tráfego ocorrido.
A polícia rodoviária federal divulgou que durante o carnaval, nos 61 mil quilômetros de rodovias federais, foi verificado um pequeno aumento de 1,57% no total dos acidentes, que atingiram 2.396 ocorrências; porém houve um bom decréscimo de 7,42% feridos, que ficaram reduzidos a 1.472, e uma significativa queda de 11,75% nas mortes, passando de 145 óbitos computados no carnaval de 2007 para os 128 ocorridos neste que passou.
Na contramão dessa tendência de redução nas rodovias federais, verificou-se que as rodovias gaúchas foram palco de violentos acidentes que ceifaram tragicamente muitas vidas nesse período de folia. Constatou-se um acréscimo significativo dos óbitos nas rodovias gaúchas.
Vale ainda especial registro quanto aos acidentes com motocicletas, que alcançaram grande destaque nos dias de folguedos carnavalescos, quando o número de acidentes com feridos e óbitos aumentou de forma assustadora superando os 30%. Por essa razão, entende-se que estes são eventos que estão a merecer, daqui para frente, uma atenção maior das autoridades e operadores de rodovias.
Porém, existem resultados que merecem ser destacados, pelo significado de maior eficácia em segurança viária. É o fato de que nas rodovias do programa de estadual de concessões do RS, foi possível observar que, paralelamente ao aumento do tráfego ocorrido, não houve aumento do número de fatalidades durante carnaval, em relação ao mesmo período no ano passado. Isso significa que o índice de mortalidade relativamente ao trânsito do carnaval foi reduzido nos trechos concedidos.
Outro fato importante a salientar são as totalizações de acidentes por estados anunciadas pela PRF para as regiões sul e sudeste De um modo geral, elas são maiores naqueles estados em que não existem rodovias concedidas.
dst
DST
As doenças sexualmente transmissíveis podem ser adquiridas em qualquer época do ano e não escolhe raça, sexo, cor e idade. Porém, muitas pessoas se envolvem com o clima carnavalesco e deixam de lado certas precauções. O presidente da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade, SBMFC, dr. Gustavo Gusso, afirma que os cuidados devem ser redobrados nesta época do ano.
acidentes automobilísticos e álcool
Acidentes automobilísticos e álcool
Quanto maior a concentração de álcool no sangue do motorista, maior probabilidade tem ele de provocar um acidente de trânsito.
O sistema nervoso é a sede dos principais efeitos do álcool, onde age como potente depressor. No Carnaval e em outras festas e feriados, são freqüentes os abusos do uso do álcool. E, como se pode suspeitar, é uma época perigosa para o tráfego nas cidades e estradas.
Existem várias razões que explicam o maior número de acidentes automobilísticos nesta época do ano:
- A maioria dos motoristas que viajam para as festividades de Carnaval são jovens; estatísticamente, são os jovens os que mais se envolvem em acidentes automobilísticos devido à sua menor experiência como motoristas.
- Existe a cultura do excesso do álcool no Carnaval, e são os jovens que mais fazem uso dele.
- A maioria dos que usam o álcool nesta ocasião não bebem com freqüência, tendo, assim, uma menor tolerância ao álcool. Estas pessoas geralmente subestimam o seu grau de embriagues, e acabam por dirigir.
- Os alcoólatras crônicos apreciam muito as festividades como o Carnaval, que dão a elas uma maior oportunidade "social" para beber. Os alcoólatras, diferentemente do usuário eventual de bebida, conseguem ingerir uma grande quantidade de bebida alcóolica, antes de se manifestarem sinais de embriaguez.
Quanto maior a concentração de álcool no sangue do motorista, maior probabilidade tem ele de provocar um acidente de trânsito.
O sistema nervoso é a sede dos principais efeitos do álcool, onde age como potente depressor. No Carnaval e em outras festas e feriados, são freqüentes os abusos do uso do álcool. E, como se pode suspeitar, é uma época perigosa para o tráfego nas cidades e estradas.
Existem várias razões que explicam o maior número de acidentes automobilísticos nesta época do ano:
- A maioria dos motoristas que viajam para as festividades de Carnaval são jovens; estatísticamente, são os jovens os que mais se envolvem em acidentes automobilísticos devido à sua menor experiência como motoristas.
- Existe a cultura do excesso do álcool no Carnaval, e são os jovens que mais fazem uso dele.
- A maioria dos que usam o álcool nesta ocasião não bebem com freqüência, tendo, assim, uma menor tolerância ao álcool. Estas pessoas geralmente subestimam o seu grau de embriagues, e acabam por dirigir.
- Os alcoólatras crônicos apreciam muito as festividades como o Carnaval, que dão a elas uma maior oportunidade "social" para beber. Os alcoólatras, diferentemente do usuário eventual de bebida, conseguem ingerir uma grande quantidade de bebida alcóolica, antes de se manifestarem sinais de embriaguez.
alcoolismo
Alcoolismo
O Carnaval é um período de festa e folia. Para aproveitar esta folia e retornar das festas com segurança é importante controlar os abusos durante o carnaval. O álcool é o principal responsável pelos acidentes neste período. Não dirija se beber, você pode não ter uma segunda chance".
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